sexta-feira, 31 de outubro de 2025

A GRACA DE DEUS NÃO NOS DÁ LEGALIDADE PARA PECAR, MAS NOS DÁ FORÇA PARA RESISTIR AO PECADO


 


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“A verdadeira graça não justifica o pecado — ela transforma o pecador.”

Vivemos dias em que muitos confundem amor com bajulação e distorcem a mensagem do Evangelho para agradar o homem. Movimentos que defendem um “Cristianismo liberal” ou a chamada “Teologia Inclusiva” ensinam que, por Deus ser amor, cada um pode viver como quiser. No entanto, a Bíblia revela que o amor de Deus não é bajulador, mas transformador. Se o Senhor aceitasse todas as nossas atitudes, isso não seria amor, e sim cumplicidade com o pecado.

Jesus é o exemplo perfeito disso. Ao encontrar a mulher adúltera, Ele não a condenou, mas também não aprovou o seu pecado. Suas palavras foram claras: “Vai e não peques mais” (João 8:11). A graça não é permissão para o erro, mas força para abandoná-lo. Como diz a Escritura: “A graça de Deus se manifestou [...] ensinando-nos que, renunciando à impiedade, vivamos neste presente século de modo justo e piedoso” (Tito 2:11-12).

O apóstolo Paulo confronta essa ideia de liberdade sem limites: “Permaneceremos no pecado para que a graça abunde? De modo nenhum!” (Romanos 6:1-2). Quem experimentou a graça de Cristo foi chamado à santidade e transformação. A verdadeira liberdade em Cristo é o poder de dizer “não” ao pecado, e não a liberdade de praticá-lo. A graça não acoberta erros; ela liberta o coração e renova a mente.

Portanto, a graça não dá legalidade para pecar, mas nos conduz a uma vida de arrependimento e crescimento espiritual. “Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17). "O amor de Deus é tão grande que nos aceita como estamos, mas nos ama demais para nos deixar como somos" (autor desconhecido). Ser alcançado pela graça é viver diariamente o processo de santificação e refletir, com a vida, o caráter de Cristo.


Escrito por: Elenildo Fernandes 

Data: 01/11/2025

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

BAJULAÇÃO NÃO É DEMONSTRAÇÃO DE AMOR, É EVIDÊNCIA DA COVARDIA DE QUEM NÃO TEM CORAGEM DE CORRIGIR QUANDO NECESSÁRIO


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 “Leais são as feridas feitas pelo que ama, mas os beijos de quem odeia são enganosos.”

Provérbios 27:6

Amor incondicional x Apoio incondicional

O amor incondicional é válido e bíblico. O próprio Deus amou o mundo de tal maneira que entregou Seu Filho Jesus para morrer por nós (João 3:16).
No entanto, apoio incondicional é outra coisa — e pode gerar consequências irreparáveis.

Deus nos ama profundamente, mas isso não significa que Ele apoie tudo o que fazemos.
Quem oferece apoio incondicional a alguém, sem discernimento, acaba validando e aprovando todas as atitudes dessa pessoa. Porém, isso não é demonstração de amor, é uma distorção perigosa.

Quando o silêncio se torna covardia

Pense comigo: se você percebesse que um amigo está prestes a cair em um abismo, o que faria? Ficaria em silêncio, fingindo que está tudo bem, ou tentaria alertá-lo?
É claro que tentaria salvá-lo!

Da mesma forma, quando alguém próximo de nós está prestes a cair em um “abismo” de escolhas ruins e consequências desastrosas, o verdadeiro amor nos impulsiona a corrigir, orientar e advertir com carinho.
Ignorar o erro por medo de desagradar não é amor — é covardia.

Amor verdadeiro confronta com sabedoria

O amor verdadeiro não é conivente com o erro, é comprometido com a verdade.
A Palavra de Deus ensina:

“Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto.”
Provérbios 27:5

Quando alguém ama de verdade, não teme confrontar o outro com sabedoria e amor, ainda que isso gere desconforto momentâneo.
A bajulação, ao contrário, alimenta a vaidade e revela um coração covarde. Ela agrada por interesse, enquanto o amor genuíno corrige para restaurar.

Jesus nunca bajulou ninguém — Ele sempre falou a verdade, mesmo quando essa verdade feria o orgulho humano (João 8:32).

Corrigir é um ato de amor

Quem ama de forma madura entende que a correção é uma das expressões mais puras do cuidado.

“Porque o Senhor corrige a quem ama, e açoita a todo filho a quem recebe.”
Hebreus 12:6

Quando deixamos de corrigir alguém por medo de desagradar ou ser rejeitado, estamos mais preocupados com nossa própria imagem do que com o bem do outro.
A bajulação busca aprovação; o amor busca transformação.
Amar é ter coragem de alertar, aconselhar e, se preciso for, confrontar com graça, humildade e verdade.

Conclusão: Amar é falar a verdade

Em um tempo em que muitos confundem amor com aceitação incondicional, é urgente resgatar o valor da correção amorosa.
Amar alguém não é concordar com tudo, mas desejar o bem eterno dessa pessoa — mesmo que isso exija palavras firmes e desconfortáveis.

O amor verdadeiro não se omite; ele ensina, confronta e restaura.
Que o Espírito Santo nos dê discernimento para amar sem bajular, corrigir sem ferir e falar a verdade em amor (Efésios 4:15).


Escrito por [Elenildo Fernandes]
Reflexão Cristã | Verdade, Amor e Sabedoria à luz da Palavra


quarta-feira, 29 de outubro de 2025

A justiça de Deus é melhor!

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A Bíblia compara a justiça do homem a um 'trapo de imundícia':

"Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam." (Isaías 64:6)

Você sabe o que era um trapo de imundícia? Não?

Era simplesmente o 'absorvente' que as mulheres usavam no período menstrual. Na verdade era o nome dado a qualquer pedaço de pano velho que uma mulher usasse no durante a menstruação.

A Bíblia está afirmando com essa comparação, que a nossa justiça (justiça humana) não é melhor que um pedaço velho de pano usado para absorver sangue expelido pelo corpo de uma mulher menstruada. 

Isso quer dizer, que enquanto seres humanos, não entendemos nada de justiça. 

Aqueles que se julgam praticantes inerrantes da justiça, estão fadados à queda pela soberba. 

Somos tão limitados, que só existimos e agimos porque Deus nos sustenta por misericórdia.

Por isso que ninguém pode questionar a Deus sobre seus métodos de ensinar, porque Ele é a própria  Justiça. 

Essa reflexão serve para lembrarmos que somos frutos da graça de Deus e precisamos dEle a cada segundo da nossa vida. Nossa justiça não seria suficiente para alcançarmos o Céu.

Somos chamados de santos na Bíblia, mas é no sentido de separados e consagrados a Deus para vivermos só para Ele (1 Pe. 2.9); mas não somos perfeitos [isso só na glorificação de nosso corpo por ocasião do Arrebatamento (Fp. 1.6)].

Procure andar na direção e dependência de Deus, para que você não venha agir conforme seus impulsos sob o argumento de que só queria ser justo. A tua justiça pode te enganar e até te matar; a justiça de Deus pode te preservar!

Nunca ignore isso:

"Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." (Provérbios 14.12)

ESTAR PERTO DE DEUS NÃO É APENAS UMA OPÇÃO, É QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

  https://share.google/QlmqVcUo6QUdgu9JB Quando Deus criou todas as coisas, ele as criou em sua maioria dando ordens e decretos: 'haja...