segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

ESTAR PERTO DE DEUS NÃO É APENAS UMA OPÇÃO, É QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

 
https://share.google/QlmqVcUo6QUdgu9JB

Quando Deus criou todas as coisas, ele as criou em sua maioria dando ordens e decretos: 'haja', 'produza', 'faça-se'... 

O Senhor Todo Poderoso no ato da criação dos animais aquáticos e terrestres e das plantas, deu ordens assim:

"Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.

Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus [..] 

Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi" (Gn 1:11,20,24).

Deus criou os animais e as plantas através de ordens à terra e à água; assim, o habitat natural dos animais (e plantas) aquáticos é a água, e o habitat natural dos animais (e plantas) terrestres é a terra. E quanto ao homem, qual o seu habitat natural? Será a terra? 

No que diz respeito à adaptabilidade física, sobrevivência do corpo, sim, o habitat natural do homem é a terra; mas um detalhe não pode passar despercebido: o homem não foi criado junto com os animais, e é ele o único ser que possui espírito. Ele foi criado por um ato divino e foi o único ser da criação que Deus 'colocou a mão na massa para criar'. Usando uma linguagem antropomórfica, podemos dizer que o homem é o único elemento da criação que tem 'as digitais' do próprio Deus. 

Enquanto que para criar os outros seres viventes Deus deu ordens à terra e à água para produzirem; na vez do homem, o Senhor decidiu 'descer do céu' para fazê-lo. Então, quem produziu as plantas e os animais?

A terra e a água.

Quem produziu o homem?

O próprio Deus. "E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou" (Gênesis 1:26,27).

Então repetindo a pergunta ora feita: qual é o habitat natural do homem? 

A resposta é: Deus; pois foi Ele quem criou o homem e o formou com suas próprias mãos. A nossa vida não emana da terra, a nossa vida emana de Deus. Para nós, estar vivo não é apenas respirar, é estar em Deus. 

Tire um animal terrestre da terra e jogue ele no mar, ele morrerá. Tire um animal aquático da água e o coloque na terra, ele morrerá. Isso leva à morte porque se trata de um afastamento do habitat natural.

Afaste o homem de Deus, e ele morrerá, porque Deus é a fonte da vida humana.

Não queira apenas existir, queira viver de verdade; então não viva longe de Deus.  

Por milhares de anos o homem esteve longe de Deus, mas Jesus veio para nos resgatar e nos levar de volta! Decida viver de verdade. Esteja perto de Deus, mais e mais!!!

"Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância" (João 10:10).


Ouça a música a seguir e receba o convite de Deus a estar mas perto dEle a cada dia:

https://youtu.be/RcQodrpNGP0?si=NrENdLah4hgRcwaT. 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

SÓ SABE O QUE É MISERICÓRDIA QUEM UM DIA JÁ PRECISOU DELA


https://share.google/3UAbdfOW24XJQ4ynI

Vivemos em um mundo onde se tornou comum ouvir frases como: "não confio em ninguém”; errou uma vez comigo, já era”; perdoar é coisa de besta”; depois do que fez, não merece outra chance”; não deveria mais pregar ou cantar depois do que aconteceu”.

Essas falas revelam algo perigoso: a facilidade com que julgamos os outros usando a nossa própria régua, como se ela fosse perfeita, justa e definitiva. Agimos como se nossas conclusões fossem finais, como se não houvesse espaço para arrependimento, restauração ou graça.

Mas a Bíblia nos confronta duramente quando tentamos assumir esse lugar. O profeta Isaías declara:

Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam”(Isaías 64:6).

Nesse texto, Isaías revela duas verdades fundamentais.

A primeira é clara: somos imperfeitos diante de Deus. Nenhum de nós está em posição de pureza absoluta; todos carecemos de misericórdia.

A segunda verdade é ainda mais desconcertante: até aquilo que consideramos “justiça” própria é insuficiente (trapo de imundícia, o 'absorvente' usado pelas mulheres na época durante a menstruação) diante da santidade divina.

Diante disso, surge uma pergunta inevitável: somos realmente perfeitos a ponto de nos acharmos superiores aos outros?

Nossa mente nunca abrigou pensamentos maus? Nunca tivemos desejos errados, atitudes equivocadas ou falhas ocultas?

A Palavra é direta:

“Se dissermos que não temos pecado, enganamos a nós mesmos, e não há verdade em nós” (1 João 1:8,10).

Se hoje estamos de pé, não é por mérito, mas por misericórdia.

“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos” (Lamentações 3:22–23).

Jesus deixou isso claro quando ensinou que aquele que foi muito perdoado, muito ama (Lc 7:47). O problema é que, quando esquecemos de onde Deus nos tirou, passamos a tratar o erro do outro com dureza, como se nunca tivéssemos falhado. A memória curta da graça gera um coração longo em julgamento.

Não é à toa que Tiago faz um alerta severo:

“Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tiago 2:13).

Quando escolhemos não exercer misericórdia, não estamos apenas ferindo o outro; estamos assinando, sem perceber, a sentença que um dia será lida contra nós mesmos.

Por isso, todo cuidado é pouco. A régua que usamos para medir os outros um dia será usada contra nós.

Tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).

Tem gente que nunca precisou de muita clemência e não tem clemência pelo outro. Isso é perigoso, pois Deus pode permitir que passemos pelo mesmo processo pra entendermos o que é precisar de misericórdia. Tem ainda aqueles que são frutos de tamanha misericórdia divina, mas com o tempo, se esquece que só é o que é por causa da graça, e começa decidir sobre quem pode ou não pode ser alcançado pela graça. Mas quando não liberamos perdão, atraímos a resistência de Deus, e até os pecados já perdoados podem vir à toma.

Você já leu a parábola do credor incompassivo? 

Leia em Mateus 18:23-35.

Quando chegar o momento de sermos julgados pelo mesmo padrão que usamos para julgar os outros, a pergunta final será inevitável:

Seremos achados inocentes… ou apenas carentes da mesma misericórdia que um dia negamos?

No fim das contas, só sabe o que é misericórdia quem já esteve no chão, precisando dela. E só permanece de pé diante de Deus quem entende que a graça recebida deve, obrigatoriamente, se transformar em graça oferecida.

Nunca compactue com o pecado, nem omita a verdade quando alguém errar e precisar ser exortado. Mas faça isso sem arrogância nem soberba; seja misericordioso e humilde ao corrigir, lembrando que todos somos totalmente dependentes da misericórdia de Deus.

A palavra misericórdia vem de dois termos: míseris (miserável) e cordia (coração). Significa tomar o miserável e trazê-lo ao coração.

Isso é graça em movimento.

Vivamos portanto, a misericórdia. Trazer o miserável ao coração é exatamente o abraço da Graça (Ef 2:8-10)!

Ignorar os sinais de Deus vai te trazer consequências terríveis.

https://share.google/tsk0FragqaiVucli6

 Há uma frase que diz: "O inteligente aprende com os próprios erros, o sábio aprende com os erros dos outros."

O problema é que tem gente que às vezes, não aprende com os erros dos outros e nem aprende com os próprios erros; precisa quebrar a cara várias vezes colhendo os frutos das ações para entender que sua falta de percepção lhe trouxe danos terríveis. Não espere acontecer com você pra entender que não dá certo. 

Que Deus nos dê discernimento para fugirmos "da aparência do mal" (1 Ts 5.22).

Ef 5.13b: "Porque a luz tudo manifesta".

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

A GRAÇA É SUFICIENTE

https://share.google/emHlGz7kQ38v2qwlm

Quando a força humana falha, a graça de Deus se revela.

📖 Texto base:

⁵ De alguém assim me gloriarei eu, mas de mim mesmo não me gloriarei, senão nas minhas fraquezas. ⁷ E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar. ⁸ Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim.⁹ E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. (2 Coríntios 12:5, 7-9).

Em 2 Coríntios 12, na primeira parte do capítdulo, o apóstolo Paulo abre o coração e compartilha uma de suas maiores lições espirituais.

Ele fala sobre um “espinho na carne” , algo que o feria, mas também o lembrava de sua total dependência de Deus.

Três vezes ele pediu para ser livre daquela dor, e a resposta divina foi simples e profunda: “A minha graça te basta.”

Essa resposta muda tudo. Deus nem sempre remove o espinho, mas sempre derrama graça suficiente para suportá-lo.
A graça não é a ausência da dor, mas a presença constante do Senhor no meio dela.

A força que nasce da fraqueza

Quando Paulo declara que prefere gloriar-se nas fraquezas (v.9),  ele está reconhecendo algo essencial: suas limitações o lembram de que é imperfeito e dependente de Deus.

Essa consciência o protege da autossuficiência  o perigoso engano de achar que pode caminhar sozinho.
Deus permite que a fraqueza nos visite, não para nos envergonhar, mas para nos lembrar de onde vem o nosso sustento.

A humildade que atrai graça

A autossuficiência afasta, mas a humildade aproxima.
É por isso que a Palavra diz:

“Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”
Tiago 4:6

A humildade é o solo onde a graça floresce;
a soberba, porém, é uma muralha que a impede de entrar.

Paulo entendeu que depender de Deus não o tornava menor o tornava mais forte.
Em sua fraqueza, Cristo se revelava com mais poder.
Em suas limitações, o divino ganhava espaço para agir. 

A graça que transforma é de Paulo a Lutero

Sséculos depois, outro homem também foi transformado por essa verdade: Martinho Lutero.
Ao estudar as Escrituras, Lutero descobriu o que Paulo já havia experimentado que a salvação não vem por méritos, nem por obras humanas, mas unicamente pela graça de Deus.

Essa convicção se tornou um dos pilares da Reforma Protestante e recebeu o nome em latim de Sola Gratia, que significa “Somente a Graça”.

Lutero percebeu que nenhum esforço humano poderia tornar alguém digno diante de Deus.
Não são as penitências, nem as boas ações, nem o desempenho religioso que nos salvam é a graça de Deus, concedida por meio de Cristo.

Assim como Paulo, Lutero entendeu que toda tentativa de se justificar diante de Deus por força própria nasce da soberba;
mas a rendição humilde, que reconhece sua dependência total da graça, abre o coração para a verdadeira liberdade.

Sola Gratia é o eco de “A minha graça te basta.”
Ambas as declarações apontam para o mesmo centro: Deus é suficiente, e Sua graça é maior do que qualquer esforço humano.

A beleza da graça

A graça é o abraço invisível de Deus em meio à dor.
É o fôlego que nos ergue quando já não há força.
É o poder que se manifesta quando o coração se curva e diz:

“Senhor, sem Ti, nada posso.”

A graça é suficiente sempre foi, e sempre será.
Porque ela é mais do que ajuda: é presença.
Mais do que consolo: é vida.
Mais do que resposta: é Deus sustentando o coração que confia.

Para refletir:

Quando as forças se esgotarem e a oração parecer sem resposta, lembre-se:
O silêncio de Deus não é ausência é graça em forma de sustento.

E Ele continua dizendo, com a mesma ternura de sempre:

“A minha graça te basta."

Ouça essa música e seja impactado pela Graça de Deus: 

https://youtu.be/4y0_rOSnb_g?si=UFU4Pbg-zTcpoSAr. 


Texto escrito por Elenildo Fernandes 

Data ir 8 da publicação: 14/11/2025.

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

A GRACA DE DEUS NÃO NOS DÁ LEGALIDADE PARA PECAR, MAS NOS DÁ FORÇA PARA RESISTIR AO PECADO


 


https://share.google/rNJlUeBsf6oIl9TVS

“A verdadeira graça não justifica o pecado — ela transforma o pecador.”

Vivemos dias em que muitos confundem amor com bajulação e distorcem a mensagem do Evangelho para agradar o homem. Movimentos que defendem um “Cristianismo liberal” ou a chamada “Teologia Inclusiva” ensinam que, por Deus ser amor, cada um pode viver como quiser. No entanto, a Bíblia revela que o amor de Deus não é bajulador, mas transformador. Se o Senhor aceitasse todas as nossas atitudes, isso não seria amor, e sim cumplicidade com o pecado.

Jesus é o exemplo perfeito disso. Ao encontrar a mulher adúltera, Ele não a condenou, mas também não aprovou o seu pecado. Suas palavras foram claras: “Vai e não peques mais” (João 8:11). A graça não é permissão para o erro, mas força para abandoná-lo. Como diz a Escritura: “A graça de Deus se manifestou [...] ensinando-nos que, renunciando à impiedade, vivamos neste presente século de modo justo e piedoso” (Tito 2:11-12).

O apóstolo Paulo confronta essa ideia de liberdade sem limites: “Permaneceremos no pecado para que a graça abunde? De modo nenhum!” (Romanos 6:1-2). Quem experimentou a graça de Cristo foi chamado à santidade e transformação. A verdadeira liberdade em Cristo é o poder de dizer “não” ao pecado, e não a liberdade de praticá-lo. A graça não acoberta erros; ela liberta o coração e renova a mente.

Portanto, a graça não dá legalidade para pecar, mas nos conduz a uma vida de arrependimento e crescimento espiritual. “Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17). "O amor de Deus é tão grande que nos aceita como estamos, mas nos ama demais para nos deixar como somos" (autor desconhecido). Ser alcançado pela graça é viver diariamente o processo de santificação e refletir, com a vida, o caráter de Cristo.


Escrito por: Elenildo Fernandes 

Data: 01/11/2025

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

BAJULAÇÃO NÃO É DEMONSTRAÇÃO DE AMOR, É EVIDÊNCIA DA COVARDIA DE QUEM NÃO TEM CORAGEM DE CORRIGIR QUANDO NECESSÁRIO


https://share.google/rAF3Pwkor0bVaiuDz

 “Leais são as feridas feitas pelo que ama, mas os beijos de quem odeia são enganosos.”

Provérbios 27:6

Amor incondicional x Apoio incondicional

O amor incondicional é válido e bíblico. O próprio Deus amou o mundo de tal maneira que entregou Seu Filho Jesus para morrer por nós (João 3:16).
No entanto, apoio incondicional é outra coisa — e pode gerar consequências irreparáveis.

Deus nos ama profundamente, mas isso não significa que Ele apoie tudo o que fazemos.
Quem oferece apoio incondicional a alguém, sem discernimento, acaba validando e aprovando todas as atitudes dessa pessoa. Porém, isso não é demonstração de amor, é uma distorção perigosa.

Quando o silêncio se torna covardia

Pense comigo: se você percebesse que um amigo está prestes a cair em um abismo, o que faria? Ficaria em silêncio, fingindo que está tudo bem, ou tentaria alertá-lo?
É claro que tentaria salvá-lo!

Da mesma forma, quando alguém próximo de nós está prestes a cair em um “abismo” de escolhas ruins e consequências desastrosas, o verdadeiro amor nos impulsiona a corrigir, orientar e advertir com carinho.
Ignorar o erro por medo de desagradar não é amor — é covardia.

Amor verdadeiro confronta com sabedoria

O amor verdadeiro não é conivente com o erro, é comprometido com a verdade.
A Palavra de Deus ensina:

“Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto.”
Provérbios 27:5

Quando alguém ama de verdade, não teme confrontar o outro com sabedoria e amor, ainda que isso gere desconforto momentâneo.
A bajulação, ao contrário, alimenta a vaidade e revela um coração covarde. Ela agrada por interesse, enquanto o amor genuíno corrige para restaurar.

Jesus nunca bajulou ninguém — Ele sempre falou a verdade, mesmo quando essa verdade feria o orgulho humano (João 8:32).

Corrigir é um ato de amor

Quem ama de forma madura entende que a correção é uma das expressões mais puras do cuidado.

“Porque o Senhor corrige a quem ama, e açoita a todo filho a quem recebe.”
Hebreus 12:6

Quando deixamos de corrigir alguém por medo de desagradar ou ser rejeitado, estamos mais preocupados com nossa própria imagem do que com o bem do outro.
A bajulação busca aprovação; o amor busca transformação.
Amar é ter coragem de alertar, aconselhar e, se preciso for, confrontar com graça, humildade e verdade.

Conclusão: Amar é falar a verdade

Em um tempo em que muitos confundem amor com aceitação incondicional, é urgente resgatar o valor da correção amorosa.
Amar alguém não é concordar com tudo, mas desejar o bem eterno dessa pessoa — mesmo que isso exija palavras firmes e desconfortáveis.

O amor verdadeiro não se omite; ele ensina, confronta e restaura.
Que o Espírito Santo nos dê discernimento para amar sem bajular, corrigir sem ferir e falar a verdade em amor (Efésios 4:15).


Escrito por [Elenildo Fernandes]
Reflexão Cristã | Verdade, Amor e Sabedoria à luz da Palavra


quarta-feira, 29 de outubro de 2025

A justiça de Deus é melhor!

https://share.google/SkZ1jkBlJpT5YYrAH

A Bíblia compara a justiça do homem a um 'trapo de imundícia':

"Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam." (Isaías 64:6)

Você sabe o que era um trapo de imundícia? Não?

Era simplesmente o 'absorvente' que as mulheres usavam no período menstrual. Na verdade era o nome dado a qualquer pedaço de pano velho que uma mulher usasse no durante a menstruação.

A Bíblia está afirmando com essa comparação, que a nossa justiça (justiça humana) não é melhor que um pedaço velho de pano usado para absorver sangue expelido pelo corpo de uma mulher menstruada. 

Isso quer dizer, que enquanto seres humanos, não entendemos nada de justiça. 

Aqueles que se julgam praticantes inerrantes da justiça, estão fadados à queda pela soberba. 

Somos tão limitados, que só existimos e agimos porque Deus nos sustenta por misericórdia.

Por isso que ninguém pode questionar a Deus sobre seus métodos de ensinar, porque Ele é a própria  Justiça. 

Essa reflexão serve para lembrarmos que somos frutos da graça de Deus e precisamos dEle a cada segundo da nossa vida. Nossa justiça não seria suficiente para alcançarmos o Céu.

Somos chamados de santos na Bíblia, mas é no sentido de separados e consagrados a Deus para vivermos só para Ele (1 Pe. 2.9); mas não somos perfeitos [isso só na glorificação de nosso corpo por ocasião do Arrebatamento (Fp. 1.6)].

Procure andar na direção e dependência de Deus, para que você não venha agir conforme seus impulsos sob o argumento de que só queria ser justo. A tua justiça pode te enganar e até te matar; a justiça de Deus pode te preservar!

Nunca ignore isso:

"Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." (Provérbios 14.12)

domingo, 21 de setembro de 2025

Você não está invisível aos olhos de Deus

https://share.google/VqpqXlpnpYF7vJsmu

A vida nos proporciona momentos bons e ruins, situações agradáveis e situações desagradáveis. A cada dia, a cada hora, vivemos intensamente, momentos diferentes. Sabemos que tudo envolve um ciclo de plantio e colheita; vivemos plantando e colhendo do que plantamos, o tempo todo. 

Há momentos em que, nos deparamos com provas que são simplesmente um cerco, parece que não existe saída; chegamos por um momento, até a pensar que Deus não está nos vendo. 

Esse tipo de sentimento é natural na jornada de um escolhido. O profeta Jeremias um dia pensou em desistir. Veja: 

"Senhor, tu me enganaste, e eu fui enganado; foste mais forte do que eu e prevaleceste. Sou ridicularizado o dia inteiro; todos zombam de mim.

Sempre que falo, é para gritar que há violência e destruição. Por isso a palavra do Senhor trouxe-me insulto e censura o tempo todo.

Então disse eu: Não me lembrarei dele, e não falarei mais no seu nome" (Jeremias 20:7-9a). 

Imagine como não estava o coração de Jeremias; para ele chegar ao ponto de dizer que Deus o tinha enganado. A decisão dele é 'desistir' do ministério, não falar mais no nome do Senhor.

Mas ao mesmo tempo, ele percebe que não dá para parar (porque 'um fogo ardoa dentro dele'), e entende que triunfará sobre os seus inimigos:

"Mas isso foi no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; e estou fatigado de sofrer, e não posso mais.

Porque ouvi a murmuração de muitos, terror de todos os lados: Denunciai, e o denunciaremos; todos os que têm paz comigo aguardam o meu manquejar, dizendo: Bem pode ser que se deixe persuadir; então prevaleceremos contra ele e nos vingaremos dele.

Mas o Senhor está comigo como um valente temível; por isso tropeçarão os meus perseguidores, e não prevalecerão; ficarão muito confundidos; porque não se houveram prudentemente, terão uma confusão perpétua que nunca será esquecida.

Tu, pois, ó Senhor dos Exércitos, que provas o justo, e vês as entranhas e o coração, permite que eu veja a tua vingança contra eles; pois já te revelei a minha causa" (Jeremias 20:9b-12).

É comum por um instante, a gente duvidar do propósito de Deus para nós. João Batista, foi o primeiro a testificar que Jesus era o Cristo. Mas depois de preso (por confrontar o adultério de Herodes) por muitos dias, ele envia dois dos seus discípulos a Jesus perguntando: 

"És, tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?" (Mateus 11:3).

Como João passou a se questionar se Jesus era mesmo o Messias?

A resposta está no fato de que situações desafiadoras e processos dolorosos causam crises existenciais e podem atingir a fé até dos mais crentes. Isso não é demérito de João, é só a humanidade dele sendo evidenciada. Mas o mais lindo em tudo isso é que Jesus mandou uma mensagem para João, afirmando que os sinais que Ele fazia atestavam para quem Ele era, o Cristo, o Cordeiro de Deus que veio tirar o pecado do mundo.

O povo de Israel também, no Egito, se empolgou com as novas que Moisés lhe trazia quando voltara do deserto de Midiã; a notícia de que seriam libertos do Egito pela mão de Deus. Mas o que aconteceu de imediato, não foi libertação. Após o primeiro encontro de Moisés e Arão com Faraó, o rei determinou o endurecimento das cargas; se antes o povo enquanto escravo produzia tijolos com palha (um dos materiais utilizados na fabricação) fornecida por Faraó, a partir de então, teria que conseguir a palha e construir a mesma quantidade diária de tijolos; o que obviamente seria impossível. 

Isso resultou no açoite dos chefes dos hebreus. O povo foi questionar a Moisés do por que de eles estarem passando por aquilo (porque piorou ao invés de melhorar); foi quando Deus reforçou a sua promessa e garantiu que sairiam dali (Ex 6); e os tirou com mao forte (Ex 13-14).

Esses acontecimentos revelam que às vezes a fé nos falta, e o cerco fechado que em certos momentos nos encontramos, põem por um instante dúvidas em nossos corações. Mas Deus não deixa seus servos confundido nem envergonhados: Ele traz luz e discernimento àqueles que lhe servem, para que não se percam.

Para encontrarmos direção em meio ao medo e crises, precisamos estar alicerçados da palavra. O salmista diz: 

"Lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho, é a tua palavra" (Sl 119:105).

O conhecimento da palavra nos dá segurança em meio ao perigo. A falta do conhecimento causa perecimento. Em Oséias 4:6, Deus diz:

"O meu povo perece porque lhe falta conhecimento".

Mergulhe no conhecimento de Deus e Ele te guiará em meio às crises. E deixa eu te dizer; às crises não te tornam invisível aos olhos de Deus; Ele te vê, e breve virá em teu socorro (SL 121).

Que o Espírito Santo renove em você a tua fé e você enxergue em meio aos vendavais da vida, a provisão de Deus. Porque 

"Ele é Deus de perto, mas também é Deus de longe" (Jr 23:23).

Que a fé no Senhor te conforte com sentimentos de esperança (Lm 3.21, versão ARA).

 Ele te vê (Sl 139:7-12).

"Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? Diz o Senhor. Porventura não encho eu os céus e a terra? Diz o Senhor" (Jr 23:24).

Então descanse no Senhor, pois Ele virá em tua direção para glorificar o seu nome em Tua vida! 

Ouça essa música e entenda que Deus sempre está contigo, porque Ele é contigo:

https://youtu.be/ydbXmcYsj0Y?si=TbZ83Yuyqmjtw-PF


segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Não dá pra se esconder dos olhos de Deus

https://share.google/KaKHE2BlqwyUSoB0H


A Bíblia nos diz que nós, Salvos em Cristo (a Igreja), "fomos chamados das trevas para sua maravilhosa Luz" (1 Pedro 2.9). Isso significa, que já não faz sentido viver uma vida obscura. Jesus disse que "todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus" (João 3:20,21).
Geralmente não se oculta o que é honroso e plausível; se oculta o que é vergonhoso, comprometedor, que pode desmascarar e descredibilizar alguém. 
Mas "todo aquele que está em Cristo, Nova criatura é" (2 Coríntios 5.17a), e as coisas velhas não mais importam; porque, uma vez que há um genuíno encontro com Cristo, Ele ressignifica a história do homem e o faz viver em novidade de vida.
Tudo que é obscuro, se trata de ações ligadas ou influenciadas pelo mal. Por isso, não podemos ocultar a Deus o que fazemos. Em provérbios 28.13, está escrito: "O que encobre a sua transgressão nunca prosperará, mas o que confessa e deixa alcança misericórdia".
O salmista no salmo 32 diz:
"1 Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.
2 Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano.
3 Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia.
4 Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. (Selá.)
5 Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado."
Confessar é se tornar livre do fardo. Sabemos que o passado não podemos mais mudar; porém, temos o poder de decidir se o passado vai ou não influenciar nosso presente e dia e nosso futuro. 
Portanto, renunciamos o velho eu, vivamos para Cristo com sinceridade e esforço para adora-lo através das nossas ações (1 Cor. 10.31).
Fomos chamados das trevas para a maravilhosa Luz de Cristo (1 Pe. 2.9), e a luz tudo manifesta (Ef. 5.13). Vivamos pois de corpo, alma e espírito.
"Almeida Revista e Corrigida 2009
8 Mas, agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca. 9 Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos 10 e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; 11 onde não há grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos. (Col. 3.8-11).
"20 Mas vós não aprendestes assim a Cristo,
21 Se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus;
22 Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano;" (Ef. 4.20-23).

A confissão envolve também a reconciliação com o irmão. Os atos de falsidade, traição, ação oculta para prejudicar. Nesses casos, se foi o seu irmão que foi prejudicado, Deus vai te perdoar depois de você ser resgatar a comunhão com seu irmão. Deus não aceita nem a nossa oferta se não nos reconciliarmos com nossos irmãos. 

Ouça essa canção e seja edificado: https://youtu.be/pSRa8zRUQ5E?si=BRhq7h4oD2_NNiAK.

sábado, 30 de agosto de 2025

O que você tem pra ofertar a Deus?

Imagem criada por IA

A oferta a Deus
, é algo que vai além do que muitos pensam. Geralmente, quando falamos em oferta, a primeira ideia que nos vem à mente, é oferta em dinheiro; porém, à luz da Bíblia, a primeira coisa que ofertamos, é o nosso coração. Vejamos um trecho da oração de Davi no Salmo 51:
"

 

16 Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos.

 

17 Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. 

 

 [...] 19 Então te agradarás dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; então se oferecerão novilhos sobre o teu altar."


O versículo chave desse texto é o 17, onde Davi afirma que Deus não desprezará um coração quebrantado e contrito. 


No versículo 19, ele começa com uma palavra traduzida como '

entao'; que traz o prenúncio de uma atitude de Deus decorrente de uma ação anterior de coração quebrantado: "te agradarás dos sacrifícios de justiça,  dos holocaustos e das ofertas queimadas; então se oferecerão novilhos sobre o teu altar."
A oferta vem depois de o coração ser ofertado. Não adianta trazer ofertas físicas se o coração não estiver inclinado. É o coração e a intenção que conta antes das ofertas.
Quando Caim e Abel ofereceram sacrifícios a Deus, o Senhor aceitou a Abel e sua oferta, porém rejeitou a Caim e sua oferta.

 

"³ E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor.
⁴ E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.
Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. (Gênesis 4).

Não é o ato de ofertar, nem tampouco a performance que vai atrair a atenção de Deus. Antes de olhar para a minha oferta, Deus olha para dentro de mim, e se Ele me aceitar,  aceitará minha oferta. 
Deus rejeitou a oferta de Caim, mas o principal problema estava no interior dele; o seu coração estava desalinhado em relação aos propósitos Divinos, por isso não ofereceu ofertas agradáveis; se porém, o seu coração estivesse de acordo com a vontade de Deus, saberia o que ofertar e Deus atentaria para ele e para sua oferta.
Jesus numa certa feita a ensinar, disse: 
"Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.
Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te lancem na prisão. " (Mateus 5:23-25).

Antes de ofertar (sejam, ofertas alçadas ou ofertas de louvor), deve-se primeiro, resolver todos os pormenores; 'consertar o altar'. 

Não é à toa que a Bíblia recomenda: "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida." (Provérbios 4:23). O proverbista está falando nas entrelinhas, sobre algo que às vezes a gente ignora acerca do coração; pois é ele quem determina as ações do homem; ele decide, deseja, planeja, para depois as obras seres consumadas. Se porventura seus desejos forem maus, as suas atitudes serão reprováveis. Quer agradar a Deus? Primeiro se desfaça do ódio, do ressentimento, da soberba; esqueça a reputação e deixe o teu caráter se sobressair diante de Deus, se reconcilie com seu irmão.

Uma coisa não devemos esquecer; precisamos ter algo pra ofertarmos a Deus. Em Romanos 12.11 Paulo diz: " Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" Em êxodo 23.15 Deus diz: "Ninguém se apresentará a mim de mãos vazias."

Fica então a pergunta:
"O que temos a ofertar hoje? Como está nossos corações? Deus nos aceitaria como estamos? Se sim, saberemos o que ofertar e Deus aceitará nossas ofertas e sacrifícios. 

Oremos para que Deus nos ajude a estarmos com nossos corações alinhados ao seu, e tenhamos sempre ofertas agradáveis a ofertar. 

Ouça essas músicas e seja tocado pelo desejo de servir ao Senhor a cada dia em espírito e em verdade 🙏🏻:

https://youtu.be/jMsG9ZfhqL8?si=Znwtpkn3xEiOn82D
https://youtu.be/LXp2OyjYSTE?si=cOys1QZeAsJZPrKU


ESTAR PERTO DE DEUS NÃO É APENAS UMA OPÇÃO, É QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

  https://share.google/QlmqVcUo6QUdgu9JB Quando Deus criou todas as coisas, ele as criou em sua maioria dando ordens e decretos: 'haja...